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Engenheiro Cartográfico

Mapeia terrenos e desenvolve sistemas de informação geográfica.

Remuneração mensal
R$ 6.000 a R$ 16.000
Bolsa-auxílio no estágio
R$ 1.500 a R$ 3.000
Tempo de formação
5 anos
Demanda no mercado
Média

O dia a dia da profissão

O Engenheiro Cartográfico realiza levantamentos topográficos, geodésicos e elabora mapas para diversos fins. Trabalha com geoprocessamento, sensoriamento remoto e cadastro territorial.

A rotina alterna campo e processamento. Num dia de campo, a equipe instala receptores GNSS, mede pontos de controle e faz um voo de drone sobre a área. No escritório, a pessoa processa as observações, ajusta os dados geodésicos e gera ortomosaicos e modelos digitais de terreno. Depois, organiza as camadas em um GIS e produz mapas, memoriais descritivos ou bases para cadastro. No estágio, apoia levantamentos e a edição de dados geográficos.

Principais atividades

  • Realizar levantamentos topográficos e geodésicos
  • Processar dados de GNSS de precisão
  • Produzir mapas e bases cartográficas
  • Gerar ortomosaicos e modelos digitais de terreno
  • Analisar imagens de satélite
  • Georreferenciar imóveis rurais e urbanos
  • Estruturar bancos de dados geográficos
  • Elaborar memoriais descritivos e plantas

Habilidades que a profissão pede

Técnicas

  • Topografia e geodésia
  • Receptores GNSS e estação total
  • Fotogrametria com drones
  • Sensoriamento remoto
  • GIS (QGIS, ArcGIS)
  • Cartografia e sistemas de projeção
  • Bancos de dados geográficos
  • Python para geoprocessamento

Comportamentais

  • Precisão e rigor
  • Disposição para trabalho de campo
  • Organização de dados
  • Raciocínio espacial
  • Comunicação com clientes e órgãos públicos

Que curso fazer

A formação leva 5 anos. Estes são os cursos mais comuns entre quem trabalha na área:

Pós-graduação
Geoprocessamento, Sensoriamento Remoto, Georreferenciamento de Imóveis Rurais
Certificações
Registro no Crea, para assinar projetos e emitir ART, Credenciamento no Incra para georreferenciar imóveis rurais

Plano de carreira

  1. EstágioPrimeiro contato com a profissão, com bolsa-auxílio de R$ 1.500 a R$ 3.000 por mês.
  2. JúniorJúnior - Apoia levantamentos de campo e processamento de dados (0-2 anos)
  3. PlenoPleno - Conduz levantamentos e entrega produtos cartográficos com autonomia (2-5 anos)
  4. SêniorSênior - Coordena projetos de mapeamento e equipes de campo (5-10 anos)
  5. Especialista ou gestãoEspecialista - Referência em geodésia, sensoriamento remoto ou cadastro territorial, ou gestão de uma empresa de geotecnologia (10+ anos)

Mercado de trabalho

Drones, sensores a laser e imagens de satélite deixam o mapeamento mais rápido e detalhado. Dados geográficos ganham uso em cadastro urbano, agronegócio e planejamento de infraestrutura.

Setores
Agronegócio, Mineração, Construção e infraestrutura, Administração pública e cadastro, Meio ambiente
Onde atua
Empresas de topografia e aerolevantamento, Prefeituras e órgãos de terras, Mineradoras, Construtoras e concessionárias, Cartórios de registro de imóveis

Perguntas frequentes

Usa muito tecnologia?

Sim, drones, GPS de precisão e softwares GIS são ferramentas essenciais.

Onde trabalha?

Prefeituras, mineradoras, construtoras, agronegócio e cartórios de registro.

Valores de remuneração e de bolsa-auxílio são estimativas de mercado e mudam com a região, o porte da empresa e a experiência. Conteúdo revisado em 12 de setembro de 2026.