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Corretor de Seguros

Intermedia a venda de seguros, assessorando clientes na proteção de seus bens e vida.

Remuneração mensal
R$ 3.000 a R$ 20.000
Bolsa-auxílio no estágio
R$ 1.000 a R$ 2.000
Tempo de formação
Certificação SUSEP
Demanda no mercado
Alta

O dia a dia da profissão

O Corretor de Seguros é o profissional que intermedia a contratação de seguros entre clientes e seguradoras. Analisa necessidades do cliente, apresenta opções de diferentes seguradoras, explica coberturas e exclusões, auxilia na contratação e acompanha sinistros. Atua com seguros de automóveis, residenciais, empresariais, vida, saúde, viagem, responsabilidade civil, entre outros.

A profissão é regulamentada pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), exigindo certificação para exercício legal. Remuneração é majoritariamente por comissões, com potencial alto para corretores que constroem carteira sólida. É carreira para quem tem perfil comercial e gosta de ajudar pessoas a se protegerem.

Prospecção de clientes (telefone, indicações, redes), visitas para apresentação de propostas, cotações em sistemas de seguradoras, atendimento a dúvidas, acompanhamento de renovações, apoio em sinistros. Organização é essencial para gerenciar múltiplos clientes e prazos de renovação.

Principais atividades

  • Prospectar e atender clientes
  • Analisar necessidades de proteção
  • Cotar seguros em diversas seguradoras
  • Apresentar propostas e explicar coberturas
  • Fechar vendas e emitir apólices
  • Renovar seguros existentes
  • Acompanhar sinistros de clientes
  • Manter relacionamento pós-venda

Habilidades que a profissão pede

Técnicas

  • Conhecimento de produtos de seguro
  • Análise de riscos
  • Legislação de seguros
  • Cálculo de prêmios
  • Sistemas de cotação
  • Gestão de sinistros
  • Vendas consultivas
  • CRM e gestão de carteira

Comportamentais

  • Habilidade comercial
  • Ética profissional
  • Comunicação
  • Organização
  • Persistência
  • Empatia
  • Networking

Que curso fazer

A formação leva Certificação SUSEP. Estes são os cursos mais comuns entre quem trabalha na área:

Pós-graduação
MBA em Seguros, Gestão de Riscos, Planejamento Financeiro
Certificações
Habilitação SUSEP (obrigatória), Certificações por ramo (vida, saúde, automóvel), ENS - Escola Nacional de Seguros

Plano de carreira

  1. EstágioPrimeiro contato com a profissão, com bolsa-auxílio de R$ 1.000 a R$ 2.000 por mês.
  2. JúniorCorretor Iniciante - Construindo carteira (0-3 anos)
  3. PlenoCorretor Estabelecido - Carteira sólida (3-7 anos)
  4. SêniorCorretor Premium/Sócio de Corretora (7-12 anos)
  5. Especialista ou gestãoDono de Corretora ou Consultor Especializado (12+ anos)

Mercado de trabalho

Seguros digitais e insurtech crescem. Seguro de vida e previdência ganham espaço. Seguros para riscos cibernéticos são novidade. Personalização de coberturas. Modelo de corretagem se adapta ao digital mas relacionamento humano permanece valioso.

Setores
Corretoras de seguros, Bancos (seguros bancários), Cooperativas de crédito, Autônomo/MEI, Insurtechs
Onde atua
Grandes corretoras (Marsh, Aon, Willis), Corretoras regionais, Franquias de seguros, Bancos com operação de seguros, Corretagem autônoma

Perguntas frequentes

Precisa de certificação?

Sim, habilitação na SUSEP é obrigatória para exercer legalmente. A prova é aplicada pela Escola Nacional de Seguros (ENS) ou instituições credenciadas. Existem categorias: corretor de seguros de vida e previdência, de capitalização, de seguros de danos. Muitos tiram todas para amplitude de atuação.

Quanto ganha em comissões?

Varia muito. Comissões típicas: auto (15-20% do prêmio), vida (30-100% do primeiro ano), empresarial (15-25%). Renovações também geram comissão recorrente. Corretores com carteira grande têm renda passiva significativa. Início é mais difícil até construir base de clientes.

É melhor ser autônomo ou em corretora?

Começar em corretora estruturada oferece treinamento, suporte e carteira inicial. Autônomo ganha mais por venda mas precisa de tudo: prospecção, estrutura, relacionamento com seguradoras. Muitos migram para autônomo ou montam corretora própria após experiência.

Seguros digitais vão acabar com corretores?

Para seguros simples (auto básico, viagem), seguros digitais crescem. Mas para seguros complexos (empresariais, vida com planejamento), sinistros e consultoria, o corretor humano segue valorizado. O desafio é agregar valor além da cotação. Quem se adapta prospera.

Qual o melhor ramo para começar?

Auto é porta de entrada clássica (demanda constante, ticket menor). Vida/previdência tem comissões maiores mas venda mais complexa. Saúde empresarial é lucrativo. Muitos diversificam entre ramos. Escolha o que combina com seu perfil e rede de contatos.

Valores de remuneração e de bolsa-auxílio são estimativas de mercado e mudam com a região, o porte da empresa e a experiência. Conteúdo revisado em 12 de setembro de 2026.